sábado, abril 16, 2011

Ninguém se cruza por acaso.

Pessoas entram na sua vida, por uma razão, por uma estação ou por uma vida inteira.

Quando perceber qual motivo é, você vai saber o que fazer com cada pessoa. Quando alguém está em sua vida por uma razão é geralmente, para suprir uma necessidade que você demonstrou. Elas vêm para auxiliar em uma dificuldade, fornecer apoio e orientação, ajudar física, emocional ou espiritualmente.

Elas poderão parecer dádivas de Deus, e são!

Elas estão lá pela razão que você precisa que estejam lá. Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim. Às vezes, essas pessoas morrem. Às vezes, elas simplesmente se vão. Às vezes, elas agem e te forçam a tomar uma posição. O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e os trabalhos delas feitos.

As suas orações foram atendidas. E agora, é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma estação é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Elas trazem para você a experiência da paz, ou fazem você rir. Elas poderão ensinar algo que você nunca fez. Elas, geralmente, dão uma quantidade enorme de prazer. Acredite! É real! Mas somente por uma estação.

Relacionamentos de uma vida inteira ensinam lições para a vida inteira. Coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa e colocar que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida.

Obrigado, por ser parte da minha vida!

quinta-feira, abril 14, 2011

Chuva = Lágrimas

"Há chuvas que destroem e chuvas que criam"
Lágrimas também são assim.

Quando alguém deseja algo ardentemente, já se encontra a caminho da realização. Às vezes albergamos o medo, as tristezas e desilusões; mas quando mentalizamos firmemente a necessidade de receber o auxilio divino, abrimos o padrão vibratório da mente e alcançamos o socorro.

Convém não esquecer que a realização nobre exige três requisitos fundamentais:

Primeiro, desejar; segundo, saber desejar; terceiro, merecer, ou por outros termos, vontade ativa, trabalho persistente e merecimento justo.

Do livro "Nosso Lar" capítulo "Explicação de Lísias".

segunda-feira, abril 11, 2011

O velho Flávio

Bem antes de se pensar em falar sobre preservação da natureza, de ecologia, meu avô já fazia isso, mesmo sem ter esse entendimento. Parecia um personagem da literatura infantil, daqueles que sabem tudo sobre a natureza, até mesmo de quando vai chover. O quintal era o seu mundo e como ele tratava bem esse mundo nós nos beneficiamos com isso. Eram frutas das mais diversas, plantas de diferentes tipos, flores e alguns animais como galinhas, patos, pombos e até ganso. Era sua a responsabilidade de retirar as frutas maduras e distribuí-las. Era somente ele quem mexia na terra, esquentava a água, alimentava os bichos e marcava as frutas que em breve estaria boa para colher. Ele mandava nessa natureza. Ai de quem tocasse numa árvore sem o seu consentimento. Pegar uma fruta no pé sem pedir a ele era arrumar motivos para ficar ouvindo suas reclamações sem parar. “Ora, ora, ora”... E nem pensar em responder com um palavrão senão ele ameaçava nos dar “uma boca nova”.

Foi com seu exemplo que aprendemos a cuidar bem das árvores, dos animais, do nosso quintal e continuar fazendo isso fora desse pequeno território.

domingo, abril 10, 2011

Tá difícil sorrir mas...


Vamos acompanhar a marcha dos acontecimentos sem sofreguidão.
A nossa ansiedade ou nosso receio não alterarão o curso das horas.
Aguardemos o que há de suceder, sem que impomos sofrimento desde a véspera.
O que pensamos que acontecerá, talvez se dê, não porém da forma como aguardamos, porquanto, a vida obedece a um plano de incessantes mudanças e transformações.
Desse modo, vamos esperar com harmonia íntima, afastando do nosso programa a agitação e o medo.

Divaldo P. Franco
pelo espírito de
Joana de Ângelis

sexta-feira, abril 08, 2011

Filhotes da Sininho com 2 meses

Os filhotes da Sininho fizeram dois meses e já estão dominando a casa. Os gatos mais velhos estão muito incomodados com a presença deles, quase não ficam mais dentro de casa. Agem como se tivessem perdido espaço para os filhotes que já se sentem os donos de tudo. Outras vezes parecem que ficam com medo daqueles jovens que querem brincar o tempo todo e eles já não tem mais idade nem paciência para aturar bobagens e assim, algumas vezes querem bater neles. Mas no geral preferem mesmo é à distância. Está sendo complicado ter que administrar tantos egos felinos.

Foi à dinda Márcia quem os batizou, com os nomes dos locutores de programas de samba que ouvíamos enquanto trabalhávamos nas fantasias: Cirilo, Confete, Mazela e Dorina. E a julgar pela disposição que tem, vão ser do samba.

terça-feira, abril 05, 2011

No fundo do poço

Não cheguei ao fundo do poço, mas me identifiquei muito com a crônica da Cora Rónai, publicada no segundo caderno de “O Globo” de 31 de março de 2001. Reproduzo algumas partes aqui.

O fundo do poço é igual à boca do poço, só que diferente. No fundo do poço tudo parece continuar na mesma. Para quem está no fundo do poço, “normalidade” é um estado que não existe. No fundo do poço nada tem importância além do que realmente importa: a pedra no peito, o medo de pensar, o pavor do silêncio, a ausência de sinais de vida verdadeira.

Se há uma vantagem no fundo do poço, é a nitidez com que se percebem os sentimentos, nossos e dos outros. Amigos próximos que não dão sinal de vida talvez não sejam tão amigos ou tão próximo quanto se imagina; conhecidos distantes, às vezes até geograficamente, mostram-se surpreendentemente próximos. No fundo do poço, qualquer carinho reverbera nas paredes e, como um eco, é por elas amplificado; um abraço mais apertado, um olhar que diz “Estou aqui”, um e-mail. O silêncio, inversamente, escorre poço abaixo, como uma gosma gelada, criando dúvidas e distâncias onde, em circunstâncias normais, nada existiria.

A vida não para no fundo do poço, mas se torna bastante difícil. Acordar é uma decisão penosa, e muitas vezes inútil: acorda-se na cama para pouco depois se adormecer no sofá. Nos dias bons dorme-se o tempo todo no fundo do poço, um sono pesado e sem sonhos. Nos dias ruins quase não se dorme, porque basta fechar os olhos para que os sonhos se transformem em pesadelos. Os dias bons, felizmente, são maioria.

No fundo do poço o cérebro é, na melhor das hipóteses, um órgão inútil. Não serve para nada. É incapaz de lembrar um nome, de um número ou de tarefas a cumprir. Não consegue se concentrar o suficiente para a leitura de um livro, ou para que um filme faça sentido; no fundo do poço, um filme é apenas uma sucessão de imagens desconexas e desinteressantes, incapazes de segurar o olhar.

Nada vale a pena no fundo do poço: sair de casa, andar pela cidade, ir ao shopping, montar quebra-cabeças. Dizem que exercício ajuda, mas para fazer exercício é preciso chegar à academia, e para chegar à academia é preciso sair de casa – sair de casa sendo, talvez uma das coisas mais difíceis de executar no fundo do poço. Até encontrar os amigos é complicado, porque as conversas se tornam tão difíceis de acompanhar quanto à atmosfera feliz que costuma reger tais encontros.

Lutar contra o fundo do poço é praticamente impossível. Pode-se fugir dele por pequenos intervalos de tempo, não adianta nada, mas despista.

Só se pode ver o fundo do poço com ajuda da indústria farmacêutica. A seco, o fundo do poço aperta o coração, corta a respiração e vira um buraco negro de dimensões e conseqüências inimagináveis. Uma tarja preta bem receitada permite, porém, que se veja o fundo do poço como ele é – como se nos víssemos a nós mesmos de outro plano, outra dimensão. O fundo do poço não desaparece, mas torna-se compreensível, uma esfinge enfim decifrada.



sexta-feira, abril 01, 2011

Caminhada...

A caminhada terrena por vezes é difícil e penosa, mas sabemos que ela tem como meta o nosso crescimento, a nossa elevação.

Tropeços, tentações e desvios são os meios que Deus se utiliza para nos testar em nossa conduta moral. Filhos desajustados, cônjuges difíceis e parentes desarmonizados são colocados ao nosso lado para que na convivência possamos exercitar a paciência e a tolerância, buscando o entendimento.

A dor, o sofrimento, as lágrimas são os meios utilizados para nos testar em nossa fé, resignação e submissão à vontade do Pai.

O irmão que grita por socorro, que pede pelo alimento, pelo agasalho, é o meio utilizado para nos testar no serviço da caridade.

Deus o Pai, nos enviou seu Filho maior para nos servir de guia e modelo. Seus ensinamentos foram deixados para que nos servissem de guia moral, para exercitarmos a benevolência, a fraternidade e o amor ao nosso irmão.

Este é o nosso desafio maior, refletir sobre esse legado e lembrarmo-nos do ensinamento maior do amor a Deus e ao nosso próximo como Jesus amou e ama.

Seus exemplos aí estão para serem seguidos, basta que o nosso coração esteja aberto para que o Mestre faça a sua morada.

De um irmão sempre presente a todos os amigos da Fraternidade.

Mensagem recebida, pelo Grupo de Estudos de Psicografia da Fraternidade Francisco de Assis em 16/02/2011